Cirurgia Plástica · Rio de Janeiro

Mastopexia com sutiã interno no Rio de Janeiro

Levantar a mama é uma parte da cirurgia. A outra é fazer o resultado se sustentar. O sutiã interno é a sustentação construída por dentro, na hora da mastopexia, para a mama não descer para o abdômen nem escorregar para os lados quando você deita. Planejamento individual com a Dra. Iara Batalha, cirurgiã plástica membro da SBCP, na Barra da Tijuca.

Membro da SBCP Barra da Tijuca, Rio de Janeiro CRM/RJ 52-111919-2 · RQE 55867
Dra. Iara Batalha, cirurgiã plástica no Rio de Janeiro
A técnica

O que é a mastopexia com sutiã interno

A mastopexia é a cirurgia que levanta e remodela a mama caída, o que a medicina chama de ptose mamária. Ela retira o excesso de pele, reorganiza a glândula e reposiciona a aréola numa altura mais harmônica. Só que pele e gravidade continuam agindo depois da cirurgia: com o tempo, a mama levantada tende a descer de novo, principalmente na parte de baixo. É esse o problema que o sutiã interno existe para reduzir.

O sutiã interno é um reforço de sustentação construído por dentro da mama, durante a mesma cirurgia. Ele funciona como uma alça interna: ancora o tecido mamário (e a prótese, quando ela faz parte do plano) numa posição mais alta e distribui o peso, para que a pele não seja a única responsável por segurar o resultado.

"Sutiã interno" é o nome popular, e ele cobre técnicas diferentes: há cirurgiões que usam pontos de reforço no sulco, alças de músculo, retalhos do próprio tecido ou até telas de sustentação. Na técnica que a Dra. Iara descreve, esse apoio é feito com o próprio tecido da paciente. A glândula mamária é fixada à parede do tórax, na altura da costela, para refazer o sulco natural da mama e separar a mama do abdômen. Quando há prótese, uma alça de músculo peitoral ajuda a segurar o implante no sulco, como um sutiã meia-taça por dentro. O desenho exato depende da quantidade e da qualidade do tecido, do grau de queda e de haver ou não prótese, e se define no exame físico, na consulta.

"Eu fixo a sua glândula mamária lá na costela para refazer o sulco natural da mama e impedir que ela desça para o abdômen. Quando eu puxo aqui, a sua mama mexe. Depois, quando eu puxar, ela não vai mexer."

Dra. Iara Batalha, explicando o sutiã interno na marcação de uma cirurgia
Em resumo

O que a cirurgia faz

  • Levanta e remodela a mama caída, retirando o excesso de pele
  • Reposiciona a aréola numa altura mais harmônica com o tórax
  • Constrói uma sustentação interna, com o próprio tecido, para a mama não descer nem escorregar para os lados
  • Pode incluir prótese de silicone no plano submuscular quando falta volume
  • É planejada caso a caso: técnica, cicatriz e volume são decididos na avaliação
Passo a passo

Como a cirurgia constrói a sustentação

A mastopexia com sutiã interno é feita no hospital, com anestesia geral conduzida pelo Dr. Iuri Eleutério, anestesiologista que atua ao lado da Dra. Iara, e com o plano cirúrgico desenhado na consulta e revisado no dia. Em linhas gerais, ela acontece assim:

01

Avaliação e marcação

Medidas da mama, grau de queda, qualidade da pele, volume disponível e o que você espera do resultado. É aqui que se decide a técnica, o desenho da cicatriz e se haverá prótese. As marcações são feitas com você em pé, antes de entrar no centro cirúrgico.

02

Remodelagem da mama

O excesso de pele é retirado e a glândula é reorganizada para ganhar projeção e forma. A aréola sobe para a nova posição, mantendo sua ligação com o tecido, e o tamanho dela pode ser ajustado quando está aumentado.

03

O sutiã interno

Com a mama já remodelada, a glândula é fixada à parede do tórax, na altura da costela, refazendo o sulco e separando a mama do abdômen. É a etapa que dá nome à técnica: deitada, a mama continua apontando para cima e não escorrega para o lado, em vez de depender só da pele para se manter no lugar.

04

Prótese, se indicada

Quando falta volume, principalmente na parte de cima da mama, uma prótese de silicone pode entrar no plano submuscular. Nesse caso a alça muscular do sutiã interno trabalha a favor do implante, segurando a prótese no sulco, porque a gravidade continua atuando e a prótese pode descer com o tempo.

Indicações

Para quem a técnica costuma ser indicada

A mastopexia é indicada quando a mama caiu e a aréola desceu, com ou sem perda de volume. O sutiã interno entra quando faz sentido reforçar a durabilidade desse levantamento.

Faz sentido avaliar quando

A mama caiu, com ou sem perda de volume

  • Ptose mamária depois de gestações e amamentação
  • Perda de volume e flacidez depois de emagrecimento
  • Mama caída relacionada ao envelhecimento e à perda de firmeza da pele
  • Assimetria na posição das mamas ou das aréolas
  • Mama que já foi operada e voltou a cair com o tempo
  • Desejo de recolocar prótese ou trocar implante em mama que caiu
Quando o caminho é outro

Nem toda mama pede mastopexia

  • Mama pequena que não caiu: em geral, o que resolve é a mamoplastia de aumento
  • Mama muito grande e pesada, com dor nas costas: a conversa passa pela redução mamária, que também levanta
  • Amamentação em curso ou parto recente: a orientação da Dra. Iara é esperar de quatro a seis meses depois de parar de amamentar
  • Expectativa de resultado sem cicatriz: toda mastopexia deixa cicatrizes, ainda que discretas
  • Condições clínicas que precisam de compensação antes de qualquer cirurgia

A indicação é individual e só se confirma no exame físico. A avaliação com a Dra. Iara define se a mastopexia com sutiã interno é o melhor plano para o seu caso ou se outra técnica atende melhor.

Uma decisão de consulta

Com prótese ou sem prótese?

O sutiã interno não obriga a colocar prótese nem impede. A pergunta que decide é outra: depois de levantar, vai sobrar volume suficiente para a forma que você quer? A Dra. Iara costuma dizer que vê beleza nos dois resultados, e que a decisão tem que ser da paciente, bem informada.

Sem prótese

Quando o próprio tecido dá conta

Mama volumosa e caída costuma ter tecido de sobra. Nesse caso a cirurgia reorganiza esse tecido, joga volume para cima e cria a sustentação interna sem implante. A mama fica menor, delicada, com a aréola lá em cima e sem queda. Um aviso que a Dra. Iara faz questão de dar: o colo marcado que a mama sai da cirurgia se acomoda ao longo dos meses. Quem quer colo alto e redondo, deitada ou em pé, precisa de prótese.

Com prótese

Quando falta volume, principalmente em cima

Depois de amamentar ou emagrecer, é comum a mama cair e esvaziar ao mesmo tempo. Aí só levantar não devolve a forma: a prótese repõe o volume e dá o colo, em geral no plano submuscular, e a alça muscular do sutiã interno segura o implante no sulco. Há ainda a mastopexia híbrida, com enxerto da própria gordura para dar volume onde falta tecido; a gordura dá volume, mas não dá colo nem levanta a mama.

MASTOPEXIA EM VÍDEO

A Dra. Iara explica, caso a caso

Vídeos curtos da própria Dra. Iara sobre mastopexia sem prótese e mastopexia com prótese submuscular e sutiã interno, com marcações, planejamento e resultado.

Resultados variam de paciente para paciente. Imagens divulgadas com consentimento.

Cicatrizes

Onde ficam as cicatrizes

Levantar a mama sem cicatriz é impossível, e a Dra. Iara prefere dizer isso antes da cirurgia, não depois. É preciso retirar pele para levantar. O que muda é o desenho, e ele depende de quanta pele sobra e de quanto a aréola precisa subir: quanto maior o volume e a queda, mais pele é retirada e mais longa é a cicatriz. O sutiã interno não muda esse desenho, porque é construído por dentro, sem incisão extra.

O mais comum na mastopexia é a cicatriz ao redor da aréola com uma linha vertical. Em alguns casos ela é planejada em L, e às vezes um L acaba convertido em um T pequeno durante a cirurgia. Onde a cicatriz vai ficar é combinado com você antes, e a cicatrização é acompanhada de perto pelo Método Batalha Contour, com fechamento de menor tensão, laser, fitas de silicone e LED. Como ela mesma resume: cicatriz se trata.

Periareolar

Só ao redor da aréola. Para quedas discretas, com pouca pele sobrando.

Vertical (pirulito)

Ao redor da aréola e uma linha até o sulco. É o desenho mais comum na mastopexia.

Em L

A vertical ganha um traço curto no sulco, para acomodar mais pele sem cruzar a mama inteira. Às vezes vira um T pequeno.

T invertido

Vertical mais uma linha no sulco. Para quedas grandes, com muita pele a retirar, ou quando a mastopexia é associada ao abdômen reverso.

Pós-operatório

Como é a recuperação

A recuperação é guiada passo a passo, com orientações escritas e retornos marcados, do centro cirúrgico até a cicatriz madura. É o protocolo do Método Batalha Contour aplicado à mama. Em linhas gerais, o caminho é este:

Cirurgia e primeira semana

Analgesia multimodal desde o centro cirúrgico, com bloqueios anestésicos para a dor, e internação de curta duração. Em casa: repouso, sutiã cirúrgico, banho de chuveirinho sem molhar os pontos e nada de apoiar ou fazer força com os braços. Primeiro retorno em torno de 7 dias.

Até 21 dias

Retorno gradual à rotina, sem levantar os braços acima da cabeça nem pegar peso. Por volta de 21 dias sai a cola cirúrgica e começam os cuidados com a cicatriz, como as placas de silicone. Caminhada leve e treino de pernas entram nessa fase, conforme a liberação.

De 30 a 60 dias

Academia é liberada de forma progressiva a partir de 30 a 45 dias, ainda sem carga nos braços. Piscina e mar, em geral, depois de 45 a 60 dias. Retorno de 30 dias em consultório para conferir a evolução.

Meses seguintes

A cicatriz amadurece ao longo de meses e o formato da mama se acomoda. Nessa fase entra o acompanhamento ativo com laser, silicone e LED, com retorno por volta de 6 meses.

Prazos são orientações gerais do manual de pós-operatório da Dra. Iara e variam de pessoa para pessoa. As liberações são individuais e feitas por ela em cada retorno.

Sem promessa

O sutiã interno impede a mama de cair de novo?

Não. Ele ajuda a manter a mama na posição por mais tempo, e é para isso que existe. Mas gravidade, gestação, amamentação, variação de peso e a própria idade continuam agindo depois da cirurgia, em qualquer técnica.

O que os estudos mostram

Ajuda a sustentar, não congela o tempo

Uma revisão de 24 estudos sobre durabilidade da mastopexia (Wagner e colaboradores, 2022) encontrou que alças musculares, retalhos de sustentação e telas dão apoio adicional em relação às técnicas convencionais, com resultados que variam conforme o desenho e o tempo de acompanhamento. O único estudo randomizado com dez anos de seguimento é o da alça de músculo peitoral (Graf, 2016), que mostrou menor descida do tecido no grupo com alça. As sociedades de cirurgia plástica são claras: o resultado da mastopexia é duradouro, mas não é eterno.

A Dra. Iara costuma lembrar que a flacidez de pele é progressiva, e que anos depois pode voltar a sobrar pele, sobretudo em quem come pouca proteína ou tem tendência genética à flacidez. Isso não é erro de cirurgia; é a pele fazendo o que pele faz.

Como em toda cirurgia

Riscos e limites que você precisa conhecer

A mastopexia é uma cirurgia plástica e tem os riscos de qualquer cirurgia. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica lista, entre outros: assimetria, sangramento e hematoma, infecção, seroma, alterações de sensibilidade da aréola (em geral transitórias), alterações na cicatrização, sofrimento de pele ou aréola, resultado aquém do esperado e flacidez recorrente. Pequenas assimetrias são esperadas: nenhuma mama é igual à outra antes, e elas nunca ficam perfeitamente iguais depois.

Tudo isso é conversado na consulta, junto com o que a técnica pode e o que não pode entregar no seu caso. Se você planeja engravidar ou está amamentando, a orientação é adiar.

Dra. Iara Batalha, cirurgiã plástica membro da SBCP
Quem opera

Dra. Iara Batalha

Cirurgiã plástica membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a Dra. Iara atende na Barra da Tijuca e opera no Hospital Quinta D'Or, no Rio de Janeiro. A consulta dela é longa, de cerca de uma hora e meia, porque antes de propor qualquer cirurgia ela quer entender o que de fato incomoda. Toda cirurgia de mama segue os protocolos do Método Batalha Contour: anestesia segura e personalizada, controle do pós-operatório imediato e acompanhamento ativo da cicatrização.

Especialidade

Cirurgia Plástica · membro da SBCP

Registro

Iara Batalha, médica, CRM/RJ 52-111919-2 · Cirurgia Plástica, RQE 55867

Consultório

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Hospital e anestesia

Hospital Quinta D'Or, com o Dr. Iuri Eleutério

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre mastopexia com sutiã interno

É o nome popular da sustentação construída por dentro da mama durante a mastopexia. Na explicação da Dra. Iara, a glândula mamária é fixada à parede do tórax, na altura da costela, para refazer o sulco natural da mama e impedir que ela desça para o abdômen. Quando há prótese, uma alça de músculo peitoral segura o implante no sulco, como um sutiã meia-taça por dentro. O objetivo é uma mama estável, que não escorrega para os lados quando você deita.
O nome cobre técnicas diferentes, e há cirurgiões que usam telas ou pontos de reforço no sulco. O que a Dra. Iara descreve nos vídeos e nas cirurgias dela é uma sustentação com o próprio tecido: a glândula fixada à parede do tórax e, quando há prótese, a alça de músculo. Se o seu caso pedir algo diferente, isso é explicado na consulta, antes de qualquer decisão.
Não. O sutiã interno pode ser feito com ou sem prótese. A pergunta que decide é se, depois de levantar, vai sobrar volume para a forma que você quer. Quem tem mama volumosa e caída costuma conseguir um bom resultado sem implante, com a mama menor, delicada e com a aréola no lugar. Quem perdeu volume, principalmente na parte de cima, e quer colo marcado, precisa de prótese: como a Dra. Iara diz, o que dá colo é a prótese. Ela vê beleza nos dois resultados, e a decisão é da paciente.
Não garante, e ninguém pode garantir. Ele ajuda a manter a mama na posição por mais tempo, e os estudos mostram que alças musculares e retalhos de sustentação dão apoio adicional em relação à mastopexia convencional. Mas gravidade, gestação, amamentação, variação de peso e idade continuam agindo. A flacidez de pele é progressiva, e anos depois pode voltar a sobrar pele. Resultado duradouro, sim. Eterno, não.
Levantar a mama sem cicatriz é impossível: para levantar é preciso retirar pele. O desenho mais comum é ao redor da aréola com uma linha vertical até o sulco. Dependendo da quantidade de pele, a cicatriz pode ser em L ou em T invertido, e às vezes um L planejado é convertido em um T pequeno durante a cirurgia. Quanto maior o volume retirado, maior a cicatriz. O sutiã interno não acrescenta incisão. Onde a cicatriz vai ficar é combinado antes da cirurgia, e o Método Batalha Contour acompanha a cicatrização com laser, silicone e LED.
A primeira semana é em casa, com repouso, sutiã cirúrgico e sem apoiar ou fazer força com os braços. Por volta de 21 dias sai a cola cirúrgica, começam as placas de silicone na cicatriz e entram caminhada leve e treino de pernas, conforme a liberação. Academia de forma progressiva a partir de 30 a 45 dias, ainda sem carga nos braços; piscina e mar, em geral, depois de 45 a 60 dias. Os retornos acontecem por volta de 7 dias, 30 dias e 6 meses. Os prazos variam de pessoa para pessoa e são definidos pela Dra. Iara em cada retorno.
A orientação da Dra. Iara é esperar de quatro a seis meses depois de parar de amamentar, e pelo menos seis meses depois do parto, para a mama se estabilizar antes da avaliação. Se você planeja engravidar em breve, o mais sensato costuma ser adiar a cirurgia, porque a gestação e a amamentação mudam a mama de novo.
Dá, e é comum. A Dra. Iara associa a mastopexia a lipoaspiração 360, minilipo, mini abdominoplastia e abdominoplastia na mesma cirurgia, no hospital e com anestesia geral, quando os exames, o risco cirúrgico e a complexidade do caso permitem. Dentro do Método Batalha Contour existe a variação Batalha Contour Full, para quando faz sentido integrar contorno corporal e etapa mamária num único planejamento. Se preferir separar, mastopexia e minilipo podem ser feitas com cerca de um mês de intervalo. Veja também o Mommy Makeover.
Dá. Todas as mamas são assimétricas, e na mastopexia a Dra. Iara retira mais tecido de uma mama do que da outra para aproximar as duas. O que ela pede é alinhar a expectativa: as mamas ficam mais parecidas, mas nunca perfeitamente iguais, porque nunca foram, e cada uma responde de um jeito ao longo do tempo.
Quando a mastopexia é associada à redução do volume da mama, muitas pacientes relatam melhora importante das dores nas costas, porque diminui o peso que a coluna sustenta. Uma paciente da Dra. Iara contou que dormia e acordava com dor e, depois da cirurgia, não sentiu mais. A indicação é individual e avaliada em consulta. Leia a resposta completa.
No Hospital Quinta D'Or, da Rede D'Or, no Rio de Janeiro, com anestesia geral e analgesia multimodal conduzida pelo Dr. Iuri Eleutério, anestesiologista que atua ao lado da Dra. Iara. A internação é de curta duração e o pós-operatório é acompanhado no consultório da Barra da Tijuca.
O valor depende da avaliação: se haverá prótese, quais procedimentos serão associados, hospital e equipe. Por isso ele é combinado em consulta, depois do exame físico, como orienta o Conselho Federal de Medicina. O que a equipe adianta no primeiro contato é o valor da consulta.
Pelo pré-atendimento do site: você preenche seus dados e a equipe entra em contato pelo WhatsApp para marcar. A consulta é presencial, na Barra da Tijuca, e dura cerca de uma hora e meia, porque a Dra. Iara quer entender o que de fato incomoda antes de propor qualquer cirurgia.
Rio de Janeiro

Mastopexia com sutiã interno na Barra da Tijuca

A avaliação é presencial, no consultório da Dra. Iara na Barra da Tijuca. É nela que se examina a mama, se conversa sobre expectativa e se define a técnica, o desenho das cicatrizes e a necessidade ou não de prótese. A cirurgia acontece em ambiente hospitalar, no Hospital Quinta D'Or, e o pós-operatório é acompanhado de perto no consultório.

Consultório

R. Gildásio Amado, 55, Sala 602
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ
CEP 22631-020

Como começar

Preencha o pré-atendimento pelo botão abaixo. A equipe da Dra. Iara entra em contato para agendar a sua avaliação.

O resultado varia de pessoa para pessoa. Ele depende de características individuais como anatomia, qualidade da pele, idade e condições de saúde, da técnica indicada para cada caso e do cuidado no pós-operatório. A indicação só pode ser definida em consulta. Esta página tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica.

Dra. Iara Batalha com a orla do Rio de Janeiro ao fundo
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Referências
  1. Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Mastopexia: indicações, técnica e riscos. cirurgiaplastica.org.br
  2. ISAPS. Mastopexy (breast lift): procedure, recovery and results. isaps.org
  3. Wagner RD, Lisiecki JL, Chiodo MV, Rohrich RJ. Longevity of ptosis correction in mastopexy and reduction mammaplasty: a systematic review of techniques. JPRAS Open, 2022. PMC9428726
  4. Graf R, et al. Ten-year follow-up of a randomized study on the pectoralis muscle loop in mastopexy. Aesthetic Surgery Journal, 2016. academic.oup.com
  5. Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM 2.336/2023 (publicidade médica). cfm.org.br

Página revisada em 17 de agosto de 2026. Conteúdo informativo, elaborado a partir das orientações da Dra. Iara Batalha e das fontes acima. Não substitui a consulta.