Blog · Dra. Iara Batalha
Cirurgia plástica e anestesia explicadas com base em literatura
A mesma conversa que acontece no consultório e na sala de cirurgia, escrita aqui sem hype e com fontes peer-reviewed em cada artigo. Conteúdo assinado pela Dra. Iara Batalha (cirurgia plástica) e pelo Dr. Iuri Eleutério (anestesiologista da equipe).
- EspecialidadeCirurgia Plástica · SBCP
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- EquipeAnestesiologista titulado
- AtendimentoBarra da Tijuca · RJ
Os tipos de anestesia em cirurgia plástica: como cada técnica é escolhida
Geral, regional, sedação monitorada ou anestesia local com tumescente. Como decidimos qual cabe em cada cirurgia, paciente e ambiente.
A consulta pré-anestésica antes da cirurgia plástica
ASA-PS, Mallampati, RCRI, STOP-BANG: o que avalio antes de aprovar uma cirurgia eletiva e por que cada item importa.
Jejum em cirurgia plástica: a regra atual de 2 horas em líquidos claros
As diretrizes ASA 2017/2023 e ESAIC 2023 mudaram o paradigma da meia-noite. O que isso traz de conforto e estabilidade na sua cirurgia.
Pílula, suplementos e tabagismo: o que parar antes da cirurgia plástica
Anticoagulantes, anticoncepcional combinado, ginkgo, ômega-3, vitamina E, cigarro. Tempos e motivos de cada suspensão, com base em diretrizes.
TIVA: a anestesia venosa total na cirurgia plástica moderna
Propofol em alvo controlado, remifentanil, dexmedetomidina como adjuvante. Por que a TIVA virou referência em estética: despertar limpo e menos náusea.
Anestesia tumescente em lipoaspiração: como funciona e onde cabe
A solução de Klein, doses seguras de lidocaína, LAST, emulsão lipídica e quando a tumescente vai sozinha ou combinada com sedação.
Bloqueios de nervo na cirurgia plástica: TAP, PECS e ESP
Bloqueios guiados por ultrassom em mama, abdominoplastia e lipoabdominoplastia. Como reduzem dor, opioide e náusea no pós-operatório.
Dor depois da cirurgia plástica: estratégia multimodal e protocolo ERAS
Bloqueio regional, paracetamol, AINE, antiemético, opioide poupador. O pacote que reduz dor e tempo de recuperação, com base em ensaios e meta-análises.
O que é lipoaspiração: a evolução das técnicas e o que mudou nas últimas décadas
Da técnica tumescente de Klein até VASER e PAL: como o procedimento se tornou mais previsível, mais seguro e com recuperação melhor.
Quem é candidata à lipoaspiração: o que muda quando a indicação é cuidadosa
IMC, expectativa, hábito de vida e qualidade da pele entram na conta. Critérios práticos de quem se beneficia, e quem precisa de outra abordagem antes.
Lipoaspiração não é cirurgia de emagrecimento: o que ela faz e o que ela não faz
A lipo trata gordura localizada teimosa, não obesidade. O que a literatura mostra sobre peso, redistribuição e gordura visceral.
Lipo HD ou Lipo MD: o conceito de definição suave e por que naturalidade voltou a ser a meta
Da marcação vigorosa de gomos para um desenho mais discreto. O que muda na técnica, no resultado e na recuperação quando a meta é naturalidade.
Lipo 360 e o desenho da cintura: o que muda quando o contorno é circunferencial
Quando a cintura precisa de definição, a abordagem dorsal e lombar entra na conta. O que é a lipo 360, em que situação ela é indicada e o que esperar do resultado.
Lipoaspiração ou abdominoplastia: quando uma resolve e quando o caso pede as duas
Pele, gordura e diástase de retos contam de jeitos diferentes na decisão. Quando a lipo basta, quando precisa de plástica de abdome, e quando faz sentido a lipoabdominoplastia.
A gordura aspirada não precisa ser jogada fora: lipoenxertia em mama, glúteos e harmonização
A mesma gordura retirada da cintura pode contornar glúteo, harmonizar quadril e dar projeção em mama. Como a lipoenxertia entra no planejamento.
Recuperação após lipoaspiração: cinta, drenagem linfática e o que esperar semana a semana
Da primeira semana de cinta contínua até o resultado de 3 a 6 meses. O que a literatura mostra sobre tempos de retorno, drenagem e pequenos cuidados.
A pele depois da lipoaspiração: o que determina a retração e o que está fora do controle
Idade, qualidade do colágeno, sítio anatômico e exercício mudam a chance de a pele acompanhar o novo contorno. O que cabe planejar e o que cabe aceitar.
Segurança em lipoaspiração: o que define um procedimento bem feito e quando o volume importa
Equipe, ambiente cirúrgico, dose anestésica, profilaxia de tromboembolismo e o limite de 5000 mL definido pela ASPS. O que diferencia procedimento responsável.
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Cada conteúdo foi escrito com base em literatura científica revisada por pares (PubMed, RBCP, ASPS), com fontes citadas no corpo dos artigos. Por aqui, a gente acredita que o cuidado com a informação faz parte do cuidado com a paciente.
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