Os tipos de anestesia em cirurgia plástica | Dr. Iuri Eleutério no site da Dra. Iara Batalha
Anestesia em Plástica

Os tipos de anestesia em cirurgia plástica: como cada técnica é escolhida

Anestesia geral, regional, sedação monitorada e tumescente. O que cada uma oferece, quando faz sentido e como a escolha é construída na consulta pré-anestésica.

Quando a paciente chega no pré-anestésico, eu costumo dizer que a anestesia em cirurgia plástica não é uma única coisa. Existem quatro grandes técnicas que aparecem na rotina, e a escolha entre elas depende de fatores muito concretos: porte da cirurgia, posição na mesa, comorbidades, expectativa, ambiente cirúrgico. Não é gosto pessoal do anestesiologista, é um cálculo clínico.

No meu trabalho com a Dra. Iara Batalha, em hospital acreditado no Rio de Janeiro, esse cálculo é feito sempre antes do dia da cirurgia. A consulta pré-anestésica existe justamente para isso. E a paciente sai dela entendendo qual é o plano, por que aquele plano foi escolhido e como a recuperação tende a se desenhar a partir dessa decisão. Esse texto é o mapa que eu uso para essa conversa, com a literatura que sustenta cada escolha.

As quatro grandes técnicas que aparecem em cirurgia plástica

Para organizar a conversa, vale separar as técnicas anestésicas em quatro categorias que cobrem praticamente tudo o que se faz em plástica eletiva: anestesia geral (com destaque para a TIVA, anestesia venosa total), anestesia regional (raqui, peridural e bloqueios de plano fascial guiados por ultrassom), sedação monitorada (MAC, monitored anesthesia care) e anestesia local com solução tumescente. Cada uma tem uma fisiologia diferente, uma indicação preferencial e um perfil de recuperação próprio.

Na prática moderna, raramente uso uma técnica isolada em cirurgia de médio ou grande porte. O mais comum é combinar: anestesia geral em regime venoso somada a um bloqueio regional, com analgésicos não opioides perioperatórios. Esse é o coração do que se chama anestesia multimodal, e é o que sustenta os protocolos ERAS (Enhanced Recovery After Surgery) na cirurgia plástica de hoje.

Anestesia geral, com a TIVA como protagonista

A anestesia geral produz inconsciência, amnésia, analgesia e relaxamento muscular reversíveis. É a técnica mais usada em cirurgia plástica de médio e grande porte: lipoabdominoplastia ampla, mamoplastia com prótese, lifting facial, rinoplastia estruturada. O fluxo clássico envolve indução venosa (propofol mais opioide, com ou sem bloqueador neuromuscular) e manutenção, que pode ser feita com agente inalatório como sevoflurano, ou em regime totalmente venoso, conhecido como TIVA, tipicamente com propofol em alvo controlado mais remifentanil.

Em cirurgia estética, a TIVA tem ganhado preferência porque reduz náusea e vômito pós-operatório (PONV), um desfecho que faz muita diferença para quem acabou de operar mama ou abdome. Em reconstrução mamária com retalho livre, a TIVA com propofol diminuiu a incidência de PONV nas primeiras 6 horas sem comprometer a sobrevida do retalho (Propofol-based TIVA decreases PONV in free flap breast reconstruction, PMC). Em rinoplastia, a TIVA reduziu o tempo de recuperação fase I e a incidência de PONV em comparação com manutenção inalatória (Recovery Benefit With TIVA in Rhinoplasty, PubMed). Em cirurgia nasal, a agitação na emergência caiu de 20% no grupo inalatório para 2,5% no grupo TIVA (TIVA vs Volatile in Nasal Surgery, PMC).

Revisões sistemáticas em cirurgias não cardíacas também apontam melhor qualidade de recuperação com TIVA quando comparada à anestesia balanceada inalatória (Total intravenous anesthesia versus inhalation anesthesia, PubMed; IV vs inhalational maintenance, meta-analysis). Por isso, em estética, eu prefiro TIVA na maior parte das cirurgias longas em que a paciente vai acordar em ambiente cirúrgico hospitalar e quero acordar limpo, sem náusea, sem agitação, com analgesia já no lugar.

Por que a TIVA importa em estética

Acordar com náusea depois de uma mamoplastia ou de uma lipoabdominoplastia não é só desconforto. Vômito empurra a parede abdominal recém-suturada, tensiona o pedículo da mama, atrasa a deambulação e prejudica a primeira refeição. A TIVA reduz esse risco, e isso conta na recuperação real, não só nos números.

Anestesia regional: raqui, peridural e bloqueios de plano fascial

Técnicas regionais bloqueiam a transmissão nervosa de uma área específica e podem ser usadas isoladas ou combinadas com sedação ou anestesia geral. Em abdominoplastia, raquianestesia e peridural já foram validadas como alternativa segura à anestesia geral, com vantagens documentadas: melhor analgesia pós-operatória, menor resposta de estresse cirúrgico e redução do risco de doença tromboembólica (Abdominoplasty under Spinal Anesthesia, PMC; Epidural as thromboembolic prophylaxis in plastic surgery, PubMed). Para cobrir a parede abdominal completa, o bloqueio neuraxial precisa atingir do dermátomo T4 ao L1 (Anesthesia for Abdominal Wall Reconstructive Surgery, PMC). Uma scoping review recente concluiu que abdominoplastia sem anestesia geral é factível e segura em pacientes selecionados (Abdominoplasty Without General Anesthesia Scoping Review).

O capítulo dos bloqueios de plano fascial guiados por ultrassom é onde a anestesia regional ganhou mais força nos últimos anos, especialmente em cirurgia de mama e de abdome. Em mamoplastia, prótese, redução e reconstrução, os bloqueios PECS I e PECS II reduzem dor e consumo de opioide no pós-operatório (Pecs Block for Opioid-Sparing Analgesia in Breast Surgery RCT, PMC), com indicação formalizada pela SAMBA para cirurgia mamária ambulatorial (SAMBA Pectoralis Blocks Practice Advisory, PubMed). O bloqueio do plano do erector da espinha (ESP) também reduz dor e consumo de opioides em cirurgia de mama (ESP Block Decreases Pain and Opioid Consumption Systematic Review, PMC).

Para abdominoplastia e lipoabdominoplastia, o bloqueio TAP (transverso do abdome) é um dos pilares da analgesia multimodal. A literatura nacional e internacional cobre o tema com profundidade, incluindo a atualização da diretriz da Sociedade Brasileira de Anestesiologia em 2020 (SBA 2020: Atualização da diretriz de anestesia regional, SciELO) e revisão brasileira específica sobre regional guiada por ultrassom em cirurgia estética de mama (Anestesia regional guiada por ultrassom em mama, RBCP).

Quando incluo um bloqueio fascial no plano de uma mamoplastia ou de uma lipoabdominoplastia, o que eu busco é exatamente isso: a paciente acorda com a parede abdominal ou a região peitoral já anestesiada por horas, o consumo de opioide intra e pós-operatório cai, e a primeira mobilização fica mais confortável.

Sedação monitorada (MAC): nem anestesia geral, nem só sedação leve

Sedação monitorada, ou MAC (monitored anesthesia care), é o cuidado anestésico em que a paciente recebe sedação titulada com monitorização contínua, mantém respiração espontânea e pode ser despertada a comando. A American Society of Anesthesiologists distingue formalmente MAC de sedação moderada porque MAC é conduzida por anestesiologista e pode ser aprofundada para anestesia geral se necessário (ASA Statement on MAC vs Moderate Sedation). Não é uma sedação leve feita por enfermagem.

O propofol é a droga principal por seu perfil farmacocinético favorável, recuperação cognitiva rápida e baixa incidência de PONV (MAC overview, PMC). A dexmedetomidina oferece sedação consciente com analgesia, sem depressão respiratória significativa e com efeito simpatolítico que estabiliza a hemodinâmica (MAC with dexmedetomidine RCT, PubMed), e pode ser combinada com propofol para sedação mais estável (Combined dex + propofol in MAC, PMC).

Em estética, MAC entra em procedimentos como blefaroplastia, lipo de pequena área, lifting de sobrancelha, preenchimentos extensos. Em abdominoplastia, há literatura mostrando viabilidade em pacientes selecionados, sempre combinada com infiltração tumescente generosa e bloqueios de plano fascial (Abdominoplasty with procedural sedation and analgesia, PubMed). A vantagem é uma recuperação mais rápida na sala de recuperação e menor incidência de náusea quando comparada a anestesia geral em cirurgias do mesmo porte. A condição não negociável é que MAC seja feita por anestesiologista dedicado, com monitorização padrão ASA e plano para aprofundar a anestesia se for preciso.

Anestesia local com tumescente: a técnica de Klein

A técnica tumescente, descrita por Jeffrey Klein em 1985 para lipoaspiração, infiltra grande volume de solução muito diluída de lidocaína (entre 0,025% e 0,1%) com epinefrina 1:1.000.000 e bicarbonato no tecido subcutâneo. Isso permite operar áreas extensas sob anestesia local pura, com hemostasia (a área fica clara, branca, "tumescente") e sangramento intraoperatório reduzido a 1 ou 2% do volume aspirado (Critérios práticos para uma lipoaspiração mais segura, RBCP).

A grande sacada farmacológica é que a diluição mais a vasoconstrição da epinefrina retardam a absorção da lidocaína, o que permite doses muito acima do limite clássico de 7 mg por quilo da lidocaína com epinefrina infiltrada de forma convencional. Klein descreveu segurança com 35 mg/kg em 1990 (Tumescent technique 35 mg/kg, PubMed 2179348) e até 55 mg/kg em 1996 (Tumescent 55 mg/kg safe, PubMed 9063507). A faixa de 35 a 55 mg/kg com epinefrina é considerada de uso rotineiro, e estimativas mais recentes sugerem 28 mg/kg como limite quando não há lipoaspiração subsequente, e em torno de 45 mg/kg com lipoaspiração (Estimated Maximal Safe Dosages of Tumescent Lidocaine, A&A).

O tumescente em lipoaspiração quase nunca aparece sozinho na rotina hospitalar moderna. Aparece como camada profunda dentro de um plano que já inclui anestesia geral (frequentemente TIVA) ou regional. Por quê? Porque mesmo quando a paciente está sob anestesia geral, a infiltração tumescente ainda traz hemostasia, reduz dor pós-operatória e permite usar doses menores de opioide. É uma soma, não uma escolha "ou um, ou outro".

Como eu escolho a técnica, na prática

A escolha pesa muitos fatores ao mesmo tempo: porte e duração da cirurgia, posição da paciente na mesa, áreas e dermátomos a serem cobertos, comorbidades (cardiopatia, apneia obstrutiva, obesidade, asma, refluxo, ansiedade severa), via aérea, jejum, história de PONV, uso crônico de medicações, expectativa da paciente e ambiente cirúrgico, se é centro cirúrgico hospitalar ou day-clinic. As recomendações da SBA para segurança em anestesia ambulatorial detalham como esses fatores se cruzam (Recomendações da SBA para segurança em anestesia ambulatorial, SciELO).

Complicações anestésicas em cirurgia plástica têm perfil próprio, e a literatura brasileira mostra que muitos eventos adversos sérios envolvem combinação de doses elevadas de tumescente, sedação profunda fora de centro cirúrgico e ausência de anestesiologista dedicado (Complicações anestésicas em Cirurgia Plástica, RBCP). Esse é um dos motivos pelos quais eu não opero fora de centro cirúrgico hospitalar acreditado.

O raciocínio que eu sigo, simplificado, costuma ser assim:

  • Cirurgia de pequeno porte, área limitada, paciente saudável, sem ansiedade severa: anestesia local com tumescente, eventualmente com MAC leve.
  • Cirurgia de médio porte, sem necessidade de relaxamento profundo, paciente bem selecionada: anestesia regional (raqui ou peridural) com sedação, especialmente em abdominoplastia em paciente selecionada.
  • Cirurgia de médio a grande porte, posição prolongada, múltiplas áreas, paciente que se beneficia de via aérea protegida: anestesia geral em regime TIVA, somada a bloqueios fasciais (TAP, PECS, ESP) conforme o sítio cirúrgico.
  • Procedimentos faciais com risco de via aérea compartilhada com o cirurgião: anestesia geral com via aérea segura (intubação orotraqueal), TIVA preferencial, planejamento conjunto com a equipe.

Tudo isso é decidido na consulta pré-anestésica, onde escuto a paciente, examino a via aérea, reviso exames, identifico fatores de risco para PONV pelo escore de Apfel e estratifico risco cardíaco e respiratório. O plano sai dali, não da sala de cirurgia no dia.

Anestesia combinada e o pacote multimodal

Cada vez mais, a "escolha" deixa de ser uma técnica única e vira um pacote multimodal. Anestesia geral (TIVA ou balanceada) somada a um bloqueio regional específico para a cirurgia, mais analgésicos não opioides perioperatórios. Esse é o coração dos protocolos ERAS (Enhanced Recovery After Surgery) em cirurgia plástica (ERAS protocols breast, PMC).

Em cirurgia plástica ambulatorial, a adição de bloqueios regionais guiados por ultrassom dentro de um protocolo ERAS reduziu prescrição e consumo de opioides (ERAS with regional blocks in outpatient plastic surgery, PubMed). Comparações entre era pré-ERAS e era ERAS em cirurgia plástica mostram redução de cerca de 332 para 100 morfina-equivalentes prescritos por paciente (ERAS reduces opiate prescribing in plastic surgery, PMC). Essa redução não é só estatística. É a diferença entre a paciente acordar com dor controlada por bloqueio regional, paracetamol e anti-inflamatório, e acordar pedindo morfina porque a estratégia se apoiou só em opioide intravenoso.

O sentido da combinação

Em cirurgia plástica moderna, técnica anestésica boa raramente é só uma técnica. É um pacote: TIVA mais bloqueio fascial, mais analgesia multimodal não opioide, mais profilaxia de PONV em camadas, mais aquecimento ativo. Cada peça resolve uma parte do problema. Juntas, elas mudam o desfecho.

Comparação rápida das quatro técnicas

Técnica Indicação típica em plástica Profundidade Recuperação principal
Anestesia geral (TIVA preferencial) Lipoabdominoplastia, mamoplastia com prótese, lifting facial, rinoplastia estruturada Inconsciência total, via aérea segura Despertar tendencialmente sem náusea com TIVA, dor controlada por bloqueio associado
Regional (raqui, peridural, bloqueios fasciais) Abdominoplastia em paciente selecionada, mamoplastia (PECS, ESP), abdome (TAP) Bloqueio sensitivo da área, com ou sem sedação Analgesia pós que dura horas, menor uso de opioide
Sedação monitorada (MAC) Blefaroplastia, lipo de pequena área, preenchimentos extensos Respiração espontânea, paciente despertável Recuperação cognitiva rápida, baixa PONV
Local com tumescente Lipoaspiração de áreas pequenas, base hemostática em qualquer lipo Anestesia local pura ou camada dentro de plano combinado Sangramento mínimo, dor pós-operatória reduzida pela analgesia residual

O que importa a paciente saber

Três pontos que eu sempre reforço com quem chega no pré-anestésico. Primeiro: a anestesia em cirurgia plástica não é mais agressiva que a anestesia em outras cirurgias eletivas. Pelo contrário, em hospital acreditado, com anestesiologista dedicado, com técnica multimodal, ela é uma das anestesias com perfil de segurança mais estudado e otimizado da medicina moderna.

Segundo: a técnica não se escolhe pelo nome bonito. Não existe "anestesia mais leve" universalmente melhor. O que existe é a técnica certa para a sua cirurgia, para o seu corpo, para o seu histórico clínico. Uma paciente saudável de 30 anos para uma blefaroplastia tem um plano. Uma paciente de 55 anos com hipertensão controlada para uma lipoabdominoplastia tem outro. E os dois planos podem ser excelentes.

Terceiro: a recuperação começa antes da cirurgia, na consulta pré-anestésica. É lá que a gente identifica o que precisa ser ajustado: jejum correto, suspensão de medicamentos quando indicado, otimização de comorbidades, profilaxia de náusea em camadas, plano analgésico multimodal. Quando a anestesia é planejada com cuidado, a primeira impressão da paciente ao acordar costuma ser surpresa boa: menos dor, menos enjoo, mais lucidez do que ela esperava. Esse é o objetivo.

Se você tem cirurgia plástica marcada e a sua consulta pré-anestésica ainda não aconteceu, peça. Não é um detalhe burocrático, é a peça onde o seu plano de anestesia é desenhado. E é também o momento de tirar todas as dúvidas, sem pressa, com a pessoa que vai conduzir a sua anestesia no dia.

Dr. Iuri Eleutério
Dr. Iuri Eleutério, anestesiologista

Conduz anestesia personalizada em cirurgia plástica ao lado da Dra. Iara Batalha, em hospital acreditado no Rio de Janeiro. O foco é segurança em cada etapa: avaliação pré-anestésica criteriosa, técnica adequada à cirurgia e ao paciente, e analgesia multimodal para uma recuperação mais confortável.

Fontes

  1. Schraag S, et al. Total intravenous anesthesia versus inhalation anesthesia: how do outcomes compare? PubMed 37338939
  2. Lee J, et al. Propofol-based TIVA decreases PONV in free flap breast reconstruction. PMC 7667098
  3. Recovery Benefit With TIVA in Rhinoplasty. PubMed 36906818
  4. TIVA versus Volatile Anesthesia in Nasal Surgery. PMC 6440219
  5. IV versus inhalational maintenance, meta-analysis on quality of recovery. PMC 8284831
  6. Abdominoplasty under Spinal Anesthesia. PMC 6545934
  7. Epidural as thromboembolic prophylaxis in plastic surgery. PubMed 21825102
  8. Anesthesia for Abdominal Wall Reconstructive Surgery. PMC 3348740
  9. Abdominoplasty Without General Anesthesia, Scoping Review. PMC 11653385
  10. Pecs Block for Opioid-Sparing Analgesia in Breast Surgery, RCT. PMC 8763990
  11. SAMBA Pectoralis Blocks Practice Advisory. PubMed 35428960
  12. ESP Block Decreases Pain and Opioid Consumption, Systematic Review. PMC 6908334
  13. TAP blocks in autologous breast reconstruction. PMC 9530417
  14. Sociedade Brasileira de Anestesiologia. Atualização da diretriz de anestesia regional, 2020. SBA 2020, SciELO
  15. Anestesia regional guiada por ultrassom em cirurgia estética de mama, RBCP. SciELO RBCP
  16. American Society of Anesthesiologists. Statement on Distinguishing Monitored Anesthesia Care from Moderate Sedation. ASA
  17. Monitored Anesthesia Care, overview. PMC 4353148
  18. MAC with dexmedetomidine, RCT. PubMed 19713256
  19. Combined dexmedetomidine plus propofol in MAC. PMC 5335826
  20. Abdominoplasty with procedural sedation and analgesia. PubMed 11352420
  21. Critérios práticos para uma lipoaspiração mais segura, RBCP. SciELO RBCP
  22. Klein JÁ. Tumescent technique, 35 mg/kg, 1990. PubMed 2179348
  23. Ostad A, et al. Tumescent 55 mg/kg safe. PubMed 9063507
  24. Klein JÁ, Jeske DR. Estimated Maximal Safe Dosages of Tumescent Lidocaine, Anesthesia and Analgesia. PMC 4830750
  25. Sociedade Brasileira de Anestesiologia. Recomendações da SBA para segurança em anestesia ambulatorial. SciELO RBA
  26. Complicações anestésicas em Cirurgia Plástica, RBCP. SciELO RBCP
  27. ERAS protocols in breast surgery. PMC 10269427
  28. ERAS with regional blocks in outpatient plastic surgery. PubMed 33730152
  29. ERAS reduces opiate prescribing in plastic surgery. PMC 8626793
Consulta pré-anestésica

Anestesia bem planejada começa antes do dia da cirurgia

Se você tem cirurgia marcada com a Dra. Iara Batalha, a consulta pré-anestésica é parte do plano. É a hora de revisar o seu histórico, escolher a técnica certa e desenhar a recuperação junto com você.

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